domingo, 15 de agosto de 2010

Bazuca nele - ou não.


E minha primeira bazuca vai para um tal de Cauê.

Ligo para o número que apareceu no visor do meu telefone como ligação perdida. Vai que é um cliente...

Cauê, seja o nome do figura ou nome de guerra, muito alegre se apresenta dizendo que foi ele mesmo que ligou para mim, e que eu tive sorte em conseguir encontrá-lo (!!!?). Sem respirar, nem ponto parágrafo vírgula ou travessão Cauê engata numa frase fabricada de vendedor de planos de seguro e saúde e eu tenho que aguardar o fôlego infinito de tenor de ópera do mocinho finalmente se esgotar [lembrando que eu estou pagando a ligação] para dizer que não, não estou interessada em adquirir nenhum plano, pois já possuo.

Ele insiste, perguntando qual plano eu tenho. Aff! Quase! Quase saiu o tiro, e mais um atendente de telemarketing ia pagar pelos pecados da humanidade, pelos sapos engolidos acumulados e ainda pela TPM vindoura, mas... não, desta vez, Cauê teve sorte. Ele nem imagina quanta sorte: eu simplesmente disparei, com silenciador, três vezes: "Não estou interessada" e ele finalmente desligou, sem levar bazuca.
Mas não folga, não, viu, Cauê.

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